Foto: Rádio Hertz
 
TOMAR DINÂMICO
AGÊNCIA DE PROMOÇÃO E INVESTIMENTO
 
MISSÃO: Promover o acompanhamento de investidores em todos os seus contactos com a administração pública e outras entidades fomentando a desburocratização e simplificação de todo o processo de investimento.
Objetivo central: Potencializar e Promover a Ação Estratégica concelhia de dinamização económica e social.
 
Conscientes da atual conjuntura, entende-se que é fundamental reforçar a dinamização económica do concelho, cabendo à Câmara Municipal um papel agregador dos vários agentes e parceiros, na procura das melhores soluções para combater as contrariedades com que nos deparamos.
Com efeito, a estratégia de cada Município em matéria de crescimento económico, de emprego e de inovação tecnológica deve passar pela consolidação de projetos direcionados para a competitividade do tecido empresarial local no contexto regional, nacional e internacional.
Neste pressuposto, a proposta TOMAR DINÂMICO assenta num espírito empreendedor e proactivo, no sentido de estimular a economia no concelho de Tomar.
E pretende promover as iniciativas empresariais geradoras de emprego e de valor, apoiadas numa rede alargada de parcerias para sustentação do projeto.
A proposta TOMAR DINÂMICO assenta nestes princípios basilares:
∙ Dinamização e a captação de Investimento;
∙ Criação de emprego (fixação sustentada de pessoas);
∙ Apoio a novas realidades empresariais;
∙ Promoção de projetos pessoais e de negócio, impossíveis de realizar sem o apoio municipal.
∙Apoiar ao empreendedorismo, incluindo o microempreendedorismo e a criação do próprio emprego em todos os sectores e atividades económicas estratégicos para o concelho de Tomar onde esteja implícita a inovação e a criatividade;
Valorização dos produtos e atividades da região;
Esta ação estratégica, alicerçada na proposta TOMAR DINÂMICO, visa o desenvolvimento de uma política integrada de apoio à dinamização económica de base local, concretizando-se a criação da “AGÊNCIA DE PROMOÇÃO E INVESTIMENTO TOMAR COMPETITIVO
a) Para o efeito, propõe-se a criação de parcerias com a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, instituições de ensino profissional e superior, Empresas e Associações Empresariais, Instituições Bancárias e Instituições Particulares de Solidariedade Social, Associações de Desenvolvimento Local/Social e outras que possam enriquecer a proposta, tendo em vista a constituição desta agência;
b) A mesma será dotada um espaço físico cedido pela Câmara Municipal, dotada de infraestruturas de apoio técnico, pessoal e material;
c) A atividade da agência será monitorizada em função dos objetivos fixados, de modo a promover a sua eficiência tendo em vista a eficácia da Agência.
Objetivos Principais de Agência:
1.       Sistematizar toda a informação relevante sobre a atividade económica do concelho;
2.       Dinamizar, constituir e gerir bolsas de produtos
3.       Identificar, organizar e promover circuitos de comercialização das atividades económicas da região;
4.       Captar e dinamizar o investimento gerador de valor e emprego;
5.       Apoiar os agentes económicos do concelho ou os que se pretendam instalar em Tomar, concedendo a colaboração necessária que estimule a sua implementação e sucesso;
6.       Promover a criação de um programa de incentivos de apoio local a microempresas e PME
7.       Assegurar o acesso aos mecanismos de financiamento da União Europeia, de apoio ao desenvolvimento local, facilitando o acesso, acompanhamento e monitorização de projetos públicos e privados aos diferentes instrumentos de apoio empresarial previstos no QREN;
8.       Estabelecer protocolos com as instituições bancárias, de forma a facilitar o crédito a quem pretenda investir em Tomar;
9.       Promover a formação específica em empreendedorismo para quem deseje criar um negócio.
Pretende-se que esta proposta seja de imediato implementada, devendo ser destacado um colaborador da autarquia no sentido de preparar a sua instalação e posterior coordenação do seu funcionamento.
OS VEREADORES DO PSD
(João Miguel da Silva Miragaia Tenreiro)
(Maria Luísa Gaspar Pranto Oliveira)
Tomar, 25 de Novembro de 2013
 
 
 
 
PELO COMBATE À POBREZA – “Combate ao desperdício Alimentar”
Os tempos que o País vive são de crise generalizada, sendo já conhecidas e identificadas graves situações de carência económica e de extrema pobreza no concelho de Tomar.

Com efeito, o aumento das despesas e encargos financeiros, a diminuição dos salários e o aumento do custo de vida têm dificultado, cada vez mais a vida dos Portugueses.

Assiste-se hoje a um grande crescimento da pobreza, muita dela escondida e latente, mostrando a realidade daqueles que infelizmente são já denominados como os “novos pobres”.

Esta crise afecta as famílias com menor poder de compra levando, consequentemente, a um acesso mais dificultado a bens de primeira necessidade. Infelizmente tem-se vindo a verificar que esta realidade tende a agravar-se, pelo que é necessário que a autarquia assuma, com os meios que tem ao seu dispor, um conjunto de ações no sentido de minimizar a atenuar os efeitos nefastos da crise que vivemos.

Nesse sentido propomos:

1. A Implementação, com carácter de urgência de um encontro entre o executivo municipal com as Juntas de Freguesia, IPSS, Paróquias, Escolas, Associação de Comerciantes e das empresas de restauração e similar, Diretores dos Agrupamentos, CPCJ, Associações e Bancos de Voluntariado entre outros, para concertação e articulação de esforços no combate ao desperdício alimentar;

2. E que assim seja implementado um movimento local de combate ao desperdício alimentar, nomeadamente na constituição de uma comissão para o efeito, em conjunto com as referidas instituições, disponibilizando a Câmara Municipal as instalações e outros meios físicos ou humanos necessários ao seu bom funcionamento, devendo ser constituída uma comissão para o efeito.

3.Proceder ao levantamento das instituições que possam colaborar na disponibilização/recolha de alimentos que sejam alvo de desperdício, de modo a evitar essa situação e fomentar o seu aproveitamento;

4. Elaborar uma base de dados relativa às famílias / situações de carência que possam beneficiar da recolha supracitada;

5. Solicitar, em cada freguesia a colaboração das forças vivas (GNR, PSP, Associações de Pais, Pessoal docente e não docente) de modo a detetar “novas” situações de carência (com maior incidência sobre idosos que vivam sozinhos e crianças com deficiente acompanhamento) que possam ser ajudadas por via deste programa;

6. Definir a metodologia de recolha e disponibilização dos alimentos à população, que deverá ser o mais abrangente possível no território concelhio.
A comissão deverá ser constituída num prazo máximo de 90 dias, em face da urgência da situação.

Tomar, 25 de Novembro de 2013

Os Vereadores do PSD

(João Miguel da Silva Miragaia Tenreiro)

(Maria Luísa Gaspar Pranto Oliveira)