Estamos a cerca de um ano das eleições autárquicas. Nestas eleições a população vai ter oportunidade de escolher quem governará os destinos do concelho num mandato de 4 anos.

É normal falar-se nas candidaturas à Câmara Municipal, pois no fundo trata-se do órgão executivo do município que comanda e gere os destinos do concelho.

Todavia, as eleições não se realizam apenas para eleger o presidente da Câmara e Assembleia Municipal. Os eleitores vão ter a oportunidade de escolher o seu Presidente de Junta. Trata-se da pessoa que, no fundo, está mais perto da população, e que, muitas vezes, melhor conhece a realidade.

Alguém uma vez disse que “um bom presidente de junta faz sempre um bom presidente de câmara”. E isto porque o seu poder reivindicativo, a sua facilidade de comunicação e a sua proximidade com a população permitem, a qualquer executivo camarário, ter presente uma realidade que, por circunstâncias várias, não consegue ou não pode ter ao seu alcance.

Por outras palavras, um presidente de junta acaba sempre por ser “os olhos e a voz da população”, que anseia por um concelho melhor, por melhores condições de vida e por uma gestão que lhe permita viver com maior segurança e qualidade na terra onde vive.

(…) um presidente de junta acaba sempre por ser “os olhos e a voz da população”, que anseia por um concelho melhor, por melhores condições de vida e por uma gestão que lhe permita viver com maior segurança e qualidade na terra onde vive.

Felizmente que hoje em dia existem excelentes autarcas de freguesia. Pessoas empenhadas e dedicadas na prossecução do interesse público e na defesa das suas populações.

Por todos estes motivos, tem-se vindo a entender que as freguesias deveriam ter mais poder, mais competências e mais responsabilidades. Mas, para que tal possa acontecer, é necessário dota-las de mais meios, quer materiais, quer financeiros, que possibilitem às juntas de freguesia exercer o seu mandato de forma digna, competente e capaz, pois, de outra forma, está-se a transferir competências sem os instrumentos necessários para se poderem concretizar.

Atualmente está previsto e encontra-se em discussão um novo modelo para que as juntas tenham competências próprias e que as transferências financeiras sejam feitas directamente, sem passarem pelos municípios. Trata-se, de facto, de um primeiro passo. Mas muito há ainda por fazer, pois não nos podemos nos podemos esquecer que, independentemente do motivo, os presidentes de junta são sempre os primeiros autarcas a quem as pessoas recorrem.

Tem sido nesta lógica que o PSD de Tomar tem vindo a desenvolver nas Jornadas reTomar 2017, visitas periódicas às freguesias do Concelho de Tomar.

Por isso, tivemos presentes na freguesia das Olalhas no passado dia 15 de Outubro, com a presença do presidente Jorge Rosa, do executivo da junta e restantes autarcas eleitos.

Para o PSD as freguesias têm um papel fundamental na promoção do desenvolvimento local, potenciado, sobretudo, pela sua proximidade às populações.

Verificar in loco os projectos, as ideias, identificar os problemas, auscultar a população e ouvir os seus anseios é um dever adstrito e incorporado em cada um de nós.

E, assim, podermos ter condições para Lutar por um Concelho Melhor.

Queremos mais PSD. Mas acima de tudo queremos mais Tomar, queremos mais pela nossa terra e queremos “reTomar 2017”.

João Tenreiro
Presidente do PSD Tomar
Vereador na Câmara Municipal de Tomar, eleito pelo PSD